48 THE WILLOW SONG A canção do salgueiro (Otelo, ato IV, cena 3) A pobre alma suspirava Sob os galhos do sicômoro: Cantai todos um verde salso-chorão, Sua mão pousada no peito, Sua cabeça sobre o joelho. Cantai: salso, salso, salso-chorão! Cantai: salso, salso, salso-chorão! Minha guirlanda esta será; Cantai todos um verde salso, salso, salso-chorão; Cantai todos: um verde salso-chorão Será minha guirlanda. Corriam frescas águas ao seu lado, Murmurando seus lamentos. Cantai salso, salso, salso-chorão. Suas salsas lágrimas tombavam, Suavizando as pedras. Cantai: salso, salso, salso-chorão! Cantai: salso, salso, salso-chorão! Minha guirlanda esta será; Cantai todos um verde salso, salso, salso-chorão; Cantai todos: um verde salso-chorão Será minha guirlanda.

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