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25 EDUCA SESC 2019 CONSIDERAÇÕES FINAIS Entende-se, portanto, que é necessário reafirmar que educar é procurar chegar na criança por diferentes caminhos possíveis: pela experiência, pela imagem, pela criatividade, pela música, pela representação, pela tecnologia, pela mídia, pelo áudio, pelo vídeo, pela palavra e, principalmente, pelo olhar atento e pela escuta sensível. Isto posto, no uso de tecnologias na educação infantil, em especial na produção de vídeo estudantil, considera-se que é relevante: experimentar, brincar e, acima de tudo, criar um ambiente de empoderamento colaborativo, dialógico, criativo e educativo. Ainda há muito para ser compreendido, pesquisado e debatido nesta área: a aprendizagem e o ensino em tempos de cultura digital, tecnologia móvel e mídias digitais estão avançando rapidamente e para nós educadores e pesquisadores em educação infantil é de suma importância não só pensar na perspectiva da inclusão digital, mas essencialmente na prática diária de hábitos e atitudes que sejam sustentáveis, hoje, e que gerem melhores condições de vivenciarmos a Sustentabilidade Planetária para as gerações futuras. Portanto: pensar, planejar e executar ações conjuntas, em que a comunidade escolar seja autora da sua própria história e construa novas possibilidades na resolução de problemas é também uma forma de educar crianças ativas no uso da tecnologia móvel e produtoras de ferramentas pedagógicas digitais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AXT, M. A Escola frente às tecnologias - pensando a concepção ético-política. Caderno Temático SMED: Multimeios e Informática Educativa, Porto Alegre, 2002. p. 35-38. BOLL, C.I. A enunciação estética juvenil em vídeos escolares no YouTube. Tese de Doutorado em Educação. Porto Alegre: UFRGS, 2013. Disponível em: <https://www.lume.ufrgs.br/ bitstream/handle/10183/70596/000876934. pdf?sequence=1&isAllowed=y>. Acesso em: 29 de julho de 2019. ___, C. I.; LOPES, R. C. A tecnologia digital e a cultura da convergência na composição de uma típica enunciação estética em contexto de aprendizagem móvel. Porto Alegre: UFRGS, 2018. BONDÍA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber da experiência. Ver. Bras. Educ [online]. 2002, n. 19, pp 20-28. ISSN 1413-2478. BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. 2018. Disponível em: <http://basenacionalcomum. mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_ versaofinal_site.pdf. Acesso em: 30 de julho de 2019. CANDIDO, E. B. De repente, trinta. Roquette-Pinto: a revista do vídeo estudantil. Pelotas, n. 02, agosto, 2017. Disponível em: https://videoestudantil.com . br/revista . Acesso em: 29/07/2019. PEREIRA, J. Produção de Vídeos nas Escolas Uma Visão Brasil - Itália - Espanha - Equador. 1. ed. Pelotas, RS: ERD Filmes, 2014. Disponível em: <https://docplayer.com.br/13578137-Producao- de-video-nas-escolas-uma-visao-brasil-italia- espanha-equador-1-o-edicao.html>. Acesso em: 27 de julho de 2019. ___, A. P. N. R. Blog - Portfólio de Aprendizagem PEAD/UFRGS: Escrita Colaborativa na Educação Infantil: João, Victor e o cachorro Totó. Publicada em 14 de novembro de 2017. Disponível no link: https://ananecchiportfoliopead.blogspot. com/2017/11/escrita-colaborativa-na-educacao. html . Acessado em 30/07/2019. SMED/SL. PLANO CURRICULAR NORTEADOR PARA AS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO. São Leopoldo: SMED/SL, 2016. Banner da Produção de Vídeo Estudantil da Turma Infantil 5 A - 2019. Acervo pessoal da autora. Produção de Brinquedo Sustentável para Gravação da PVE. Acervo pessoal da autora. ANA PAULA NECCHI RIBEIRO é Secretaria Municipal de Educação de São Leopoldo (RS). Lotada na EMEI Jardim Verde. Pedagoga licenciada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Discente no Curso de Especialização em Educação e Tecnologias pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

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