Para vir a ser o que sou
INTER-RELAÇÕES ENTRE CORPO E CIDADE ANDREI MOURA Andrei Moura é arte-educador, produtor e cura- dor independente. Licenciado em Letras pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Entre 2014 e 2018, integrou a equipe da Fundaço Vera Chaves Barcellos, atuando no setor da co- municação, produzindo conteúdos nas redes sociais da instituição e colaborando com a or- ganizaço de açes paralelas, entre ciclos de palestras e seminários paralelos a programa- ço expositiva regular. Na Casa Baka, foi res- ponsável pela produção de exposições de arte, divulgação e programação de oficinas e even- tos. Atualmente é bacharelando em Historia da Arte na UFRGS A suave, porém intensa vibração do rosa — em dois matizes desse espectro cromático — talvez seja o imediato impacto despertado no especta- dor que é confrontado com a fotoperformance Torpor (2017) e a performance orientada para a fotografia Ícaro na Floresta (2020), do artista vi- sual André Venzon (Porto Alegre, RS, 1976). Seria equivocado o ensejo de mapear as múlti- plas possibilidades de desencadeamentos per- ceptivos que a cor rosa, em potência, poderia sinalizar no olho/corpo do espectador/receptor. Arrisco a circunscrever, entretanto, que essas distintas reações, muito dificilmente esbarra- riam na sensação de desconforto, alarde, ou as
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