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própria essência da cidade. As obras da artista revelam a passagem do tempo e suas mutações nas pessoas e nas coisas. Às vezes essasmudanças são claramente visíveis, outras vezes sutis; é preciso buscar na essência, nos rostos daqueles que vivenciaram essas transformações. Ao lançar luz sobre a tessitura dos rostos envelhecidos, fala sobre a transitoriedade da vida. Cada tragédia nos confronta com a morte, trazendo à tona o terror e a inquietação diante do que é inexorável: a finitude e a passagem implacável do tempo. A cidade está presente nas fachadas e nos rostos, naqueles que não vemos, ocultos por tapumes, e também naqueles que, insensivelmente, preferimos ignorar, com as marcas do tempo que revelam os caminhos de vidas que se esvaem. Essa temática é explorada na série de obras intitulada Finitude , da artista MAGNA SPERB . As linhas extraídas dos rostos anônimos, selecionados e recortados em aço pela artista entre as milhares de pessoas que circulam diariamente nos arredores do Museu, contam histórias que se entrelaçam com a ANÔNIMOS Série FINITUDE Escultura em aço carbono. Dimensões variáveis 2024
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