088 radoras, como o Caminho Novo , ou pelas antigas estradas, algumas delas, intermunicipais. Armando Boni circulou, trabalhou e viveu entre estes lugares e também noutras paragens pelo interior do Rio Grande do Sul e, emmuitos deles, dei- xou sua peculiar contribuição, sua marca, com diferentes feições, em dife- rentes suportes, m óveis e imóveis. Alguns deles, implantados, continuam presentes. Outros, como os bancos do antigo auditório da Praça da Matriz, circulam pela capital. Mas a maioria deles, se espalha, há décadas , nos campos da Redenção . Na produção deste texto foram consultadas obras de Dóris Maria Machado de Bittencourt, Nuncia Santoro de Constantino, Elmar Bones da Costa, Glen- da Pereira da Cruz, Daniela Marzola Fialho, Renato Holmer Fiore, Sérgio da Costa Franco, Ana Luiza Koehler, Francisco Riopardense de Macedo, Rualdo Menegat, Doris Maria Müller, Clóvis Silveira de Oliveira, Sandra Jatahy Pe- savento, José Daniel Simões, Célia Ferraz de Souza e José Otávio Catafesto de Souza. Maria Tereza brincando nos bancos do Auditório Araújo Vianna. Acervo Família Chaves, 1953.

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