Desvenda
313 312 de exposições coletivas de esculturas no Arquivo Público do RS (2008), no Memorial do Ministério Público do RS (2009), no Instituto de Arquitetos do Brasil (2010), na Galeria do Grêmio Náutico União, Porto Alegre/RS (2010) e na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2011). Em 2007, realizou exposição individual no Muffuletta Café e expôs um desenho no StudioClio, pelo projeto Quadro Branco. Participou das exposições “POA 240 anos” (2012), em homenagem ao aniversário de Porto Alegre, e “Mapas de influências” (2012), em São Paulo, expondo gravura. Em 2013, participou do projeto POA BOA, expondo desenho. No ano de 2014, realizou duas exposições individuais, na Galeria Espaço IAB (gravuras) e no Espaço Cultural 512 (desenhos). Atualmente, cursa artes visuais no Instituto de Artes da UFRGS e mantém a produção em ateliê próprio no centro de Porto Alegre. Leopold Kunrath Artista multimídia – ilustração, vídeo arte, grafite, street art, objetos, pinturas, desenhos, fotos manipuladas, performances, intervenções urbanas – nascido em Porto Alegre em 1973. Desde 2000 usa conceitos da física quântica como inspiração para construir um mundo belo e aterrador, abusando de sua ironia para corromper significados e significantes. Sempre realizando seus projetos na rua e de forma independente do reconhecimento institucional das galerias e museus, em 2005, participou do projeto de mapeamento das artes no Rio Grande do Sul, do Museu de Arte Contemporânea (MACRS), e expôs no cais de Porto de Alegre. Expôs em coletivas e individuais. Desenvolveu o projeto “DesAparecido” nas ruas de Porto Alegre e com blogs na internet. Em 2008, começou a participar do projeto Desvenda. Em 2009, criou e participou como curador e artista da 1ª exposição de grafite de Porto Alegre, na Usina do Gasômetro, a “Usina urbana”. Recebeu o Prêmio Aquisição do 3º Salão de Arte Afro RS (2012). Atualmente, desenvolve seus projetos de vídeo arte e animação, experimentando também com games uma linguagem artística. E, em busca dos espaços intermediários, no silêncio, entre as pulsações da criação, olhando para a oportunidade de “saltar” de uma possibilidade para a seguinte. LetÍcia Kamada Artista visual multimídia e fotógrafa natural de São Paulo/SP (1975). Na década de 1990, iniciou pesquisa com diversas linguagens artísticas e, em 1998, defendeu sua tese em fotografia e música, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). Passou a atuar em fotografia de espetáculo e estúdios fotográficos, paralelamente aos estudos musicais e ao trabalho multimídia no Sesc/SP. Participa de exposições coletivas e publicações nacionais e internacionais de artes visuais e poesia. Em 2010, após concluir a tese “Mashup: o que você vê é o que você ouve”, mudou-se para uma comunidade de 300 habitantes na Serra da Mantiqueira/SP e passou a pesquisar os sons, as imagens e os movimentos da natureza através da linguagem do haikai. Após cinco anos de residência, criou o principal projeto ao qual se dedica atualmente: o Haikai Audiovisual. Em 2011, concebeu sua primeira intervenção fotográfica num presídio, pelo 62º Salão de Abril de Fortaleza/CE. No ano seguinte, realizou a primeira curadoria em fotografia e organizou diversas exposições coletivas como curadora. Produziu mais de 50 filmes de vídeo arte entre 2008 e 2012. Com um projeto do Museu da Imagem e do Som (MIS), São Paulo, atuou por um ano na pesquisa desses haikais. Ministra cursos e palestras desde 2001 e, atualmente, reside em São José dos Campos, onde realizou a curadoria da “Semana da Fotografia 2014”. Suas obras integram galerias online e coleções particulares. Letícia Lampert Nasceu em Porto Alegre/RS, em 1978. Formada em Design – Programação Visual, pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), e Artes Visuais – Fotografia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Concluiu mestrado em Poéticas Visuais no Programa de Pós Graduação em Artes Visuais (PPGAV) da UFRGS em 2013. No mesmo ano, foi vencedora do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger na categoria Trabalhos de Inovação e Experimentação e do III Prêmio Itamaraty de Arte Contemporânea. Em 2009, recebeu o Prêmio Açorianos de Artes Plásticas, na categoria Fotografia, pelo projeto “Escala de cor das coisas”, que foi também contemplado pelo Fumproarte. Dentre as mostras seletivas que participou destacam-se o Salão do Jovem Artista, em 2006 e 2008, Salão Paulista de Arte Contemporânea 2008 e Salão Unama de Pequenos Formatos, em 2012, onde recebeu prêmio aquisitivo e a mostra do Prêmio Diário Contemporâneo, em 2014. Em 2008, realizou sua primeira exposição individual,
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