Oktoberfst 35 anos

018 Bicentenário da Imigração Alemã Zweihundertjahrfeier der deutschen Einwanderung Entre os colonos, a cultura alemã era vivenciada no dia a dia. Os cultos e as aulas eram ministrados no idioma materno. A comida era preparada em casa com produtos da horta e da criação. O pão elaborado do milho e do aipim em uma clara adaptação à nova terra. Os assados no forno de barro, os doces, especialmente a schimier e a cuca, completavam uma farta refeição. E a alegria da música que aportou com eles; a polka, a valsa e as marchas reproduzidas com instrumentos simples, pois não dispunham de orquestras. E mesmo diante de muito trabalho não dispensavam as festas comunitárias e religiosas. Por fim o canto coral, presente antes mesmo da formação das primeiras sociedades de canto. Assim foram plantados com raízes fecundas o patrimônio material presente nas edificações e a cultura imaterial dos hábitos cotidianos. O espaço junto ao rio se tornou uma praça para receber os visitantes, que eram muitos, pois a colônia despertava admiração de comerciantes da capital, autoridades e de muitos viajantes, inclusive estrangeiros. Todos queriam conhecer a vila onde os habitantes falavam alemão, cultivavam costumes de sua origem germânica e onde a maioria professava uma religião praticamente desconhecida no Brasil, a luterana. Em todos esses aspectos eram tão diferentes dos brasileiros. Na década de 1840 a imigração por imigrantes alemães ganhou novos Unter den Kolonisten wurde die deutsche Kultur täglich gelebt. Gottesdienste und Unterricht wurden in der Muttersprache abgehalten. Das Essen wurde zu Hause mit Produkten aus dem Garten und vom Bauernhof zubereitet. Das Brot wurde aus Mais und Maniok gebacken, eine klare Anpassung an das neue Land. Backwaren aus dem Lehmofen, Süßigkeiten, vor allem Marmelade und Kuchen, rundeten ein herzhaftes Mahl ab. Und die Freude an der Musik, die sie begleitete: die Polka, der Walzer und die Märsche, gespielt auf einfachen Instrumenten, da es keine Orchester gab. Und trotz der vielen Arbeit verzichtete man nicht auf gemeinschaftliche und kirchliche Feste. Und schließlich der Chorgesang, den es schon gab, bevor die ersten Gesangsvereine gegründet wurden. Auf diese Weise wurden das materielle Erbe der Gebäude und die immaterielle Kultur der Alltagsgewohnheiten mit fruchtbaren Wurzeln versehen. Das Gebiet am Fluss wurde zu einem Platz, der viele Besucher empfing, denn die Kolonie zog die Bewunderung der Kaufleute aus der Hauptstadt, der Behörden und vieler Reisender, auch aus dem Ausland, auf sich. Alle wollten das Dorf sehen, in dem die Einwohner Deutsch sprachen, germanische Bräuche pflegten und sich mehrheitlich zu einer in Brasilien praktisch unbekannten Religion, dem Luthertum, bekannten. In all diesen Punkten unterschieden sie sich deutlich von den Brasilianern. In den 1840er-Jahren nahm die deutsche Einwanderung neue Formen an. Die

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