Oktoberfst 35 anos

041 Presidente Präsident Antes mesmo da realização da primeira edição da Oktoberfest de Igrejinha, Osvaldo Jungblut já usava orgulhoso seu traje alemão para atender no café colonial do qual era proprietário, ou em viagem a Blumenau. Naturalmente, quando a festa começou a ser idealizada, ele foi convidado a participar de uma reunião. Colocou então uma folha de papel em sua máquina de escrever e listou vários itens que achava necessários para a realização do evento. Chegando à reunião, largou a lista em cima da mesa até que alguém perguntou quem a tinha levado e ele sinalizou que eram dicas dele. Recebeu assim a intimação para ser presidente da primeira Oktoberfest da cidade. Ele considera que foi fácil convencer e engajar as pessoas a fazerem parte. Desde então, instituições, entidades e comunidade auxiliaram, sendo responsáveis por diferentes setores, como chopp, bilheteria, decoração... “No ginásio, a gente fez um céu todo azul. Colocamos uma rede por cima e penduramos papel azul. Ficou uma loucura! No sábado à tarde, caiu uma chuvinha e todo o povo correu pra lá, nem sei onde colocaram tanta gente” , diverte-se com a lembrança. Na época, havia uma rainha e quatro princesas. “Para fazer propaganda, eu levava as cinco meninas, um carrinho de mão e um barril de chopp. Lembro que fomos a Porto Alegre, com a bandinha. A gente andava distribuindo chopp e uma caixinha de fósforo falando da festa”, Osvaldo rememora, saudoso. Refletindo sobre a festividade e a dimensão que ela adquiriu para o município e região, ele se emociona e afirma: “Eu tenho honra de ter sido presidente. Não por ter sido o primeiro, mas por ter feito parte. Sinto orgulho. Está dando tudo certo” . Schon vor der ersten Ausgabe des Oktoberfestes in Igrejinha trug Osvaldo Jungblut stolz seine deutsche Tracht in dem Kolonialcafé, das ihm gehörte, oder auf Reisen nach Blumenau. Als die Planungen für das Fest begannen, wurde er natürlich zu einem Treffen eingeladen. Er legte ein Blatt Papier in seine Schreibmaschine und schrieb einige Dinge auf, die seiner Meinung nach für das Fest notwendig waren. Als er bei der Sitzung ankam, ließ er die Liste auf dem Tisch liegen, bis jemand fragte, wer sie genommen hatte, und er darauf hinwies, dass es seine Tipps waren. So erhielt er den Auftrag, Präsident des ersten Oktoberfestes der Stadt zu werden. Seiner Meinung nach war es einfach, die Menschen zu überzeugen und für ihre Teilnahme zu engagieren. Seitdem haben Institutionen, Organisationen und die Gemeinde mitgeholfen, indem sie für verschiedene Bereiche wie Bier, Kartenverkauf, Dekoration usw. verantwortlich waren... „In der Turnhalle machten wir einen ganzen blauen Himmel. Wir spannten ein Netz darüber und hängten blaues Papier auf. Das war der Hammer! Am Samstagnachmittag regnete es und alle sind dorthin gestürmt, ich weiß gar nicht, wo sie so viele Leute unterbrachten“ , lacht er. Damals gab es eine Königin und vier Prinzessinnen. „Ich nahm die fünf Mädchen, eine Schubkarre und ein Fass Bier mit, um Werbung zu machen. Ich erinnere mich, dass wir mit der Musikkapelle nach Porto Alegre fuhren. Wir verteilten Bier vom Fass und eine Streichholzschachtel und sprachen über das Fest“ , erinnert sich Osvaldo nostalgisch. Im Rückblick auf das Fest und die Dimension, die es für die Stadt und die Region erreichte, wird er emotional und sagt: “Es ist mir eine Ehre, Präsident gewesen zu sein. Nicht, weil ich der Erste war, sondern weil ich dazugehörte. Ich bin stolz. Alles läuft gut.” 1ª Oktoberfest, 1988 Osvaldo Jungblut

RkJQdWJsaXNoZXIy NjI4Mzk=