Oktoberfst 35 anos

046 Presidente Präsident A 6ª Oktoberfest de Igrejinha foi presidida por Arno Krupp, falecido em 2021. Quem relembra é o genro, Cesar Kerschner, marido de Jordana, filha de Arno, e coordenador da Comissão de Administração e Finanças daquela edição. “Era um período de muita turbulência política. O Sr. Arno teve a feliz ideia de dizer que queria fazer uma festa boa e que para isso precisava da ajuda de todos. Ele convidou lideranças de todos os partidos políticos para ajudar a realizar a festa e isso foi extremamente importante para o que veio depois em termos de união” . Ele destaca a humildade de Arno, que convidou os ex-presidentes para sugerir ações mais apropriadas para realizar a festa. Sinaliza a relevância de Duarte Matzenbacher, que presidiu a 5ª edição, e passou informações de grande valia para a estruturação e controle da gestão. Cesar acredita que a transparência nas contas e dados foi essencial. A equipe do Hospital Bom Pastor comandou a portaria, contabilizando as entradas e atualizando a diretoria e a imprensa sobre o público, assim como fez a Comissão de Chope sobre o consumo da bebida. Outro destaque foi a criação do programa “Minuto da Oktober”, na Rádio Amizade, onde os responsáveis pelas comissões contavam seu respectivos projetos e o desenvolvimento dos trabalhos. A divulgação dos dados estratégicos gerou ampla transparência e através dela, a credibilidade com a comunidade. “Foram coisas que fizeram grande diferença na construção empírica do planejamento estratégico da nossa festa” . Naquele ano também foi realizado um intercâmbio com a Oktoberfest de Blumenau, pois ambas as festas compartilham o objetivo de preservar a cultura germânica. A Oktoberfest de Igrejinha já era consolidada e chegou a enfrentar alguns problemas, o que gerou uma dica importante: não perder o vínculo com a comunidade. “Se a nossa Oktober existe, é porque a comunidade, que hoje é carinhosamente chamada de voluntários, faz a festa e dá o seu melhor para que ela seja a melhor” . Das 6. Oktoberfest von Igrejinha stand unter dem Vorsitz von Arno Krupp, der in 2021 verstarb. Sein Schwiegersohn Cesar Kerschner, Ehemann von Arnos Tochter Jordana und Koordinator des Verwaltungs- und Finanzkommission dieser Ausgabe, erinnert sich an das Ereignis. „Es war eine Zeit großer politischer Turbulenzen. Herr Arno hatte die glückliche Idee zu sagen, dass er ein gutes Fest organisieren wollte und dass er dafür die Hilfe aller brauchte. Er lud die Führer aller politischen Parteien ein, bei der Organisation des Festes zu helfen, was für die anschließende Einigkeit von großer Bedeutung war.” Er hebt die Demut von Arno hervor, der die ehemaligen Präsidenten aufgefordert hat, angemessenere Maßnahmen für die Durchführung des Festes vorzuschlagen. Er hebt auch die Bedeutung von Duarte Matzenbacher hervor, der die 5. Ausgabe präsidierte und wertvolle Informationen zur Strukturierung und Kontrolle der Verwaltung lieferte. Cesar ist der Meinung, dass Transparenz bei Konten und Daten wichtig war. Das Team des Bom Pastor Krankenhauses leitete das Eingangstor, zählte die Besuchereintritte und berichtete den Vorstand und die Presse über das Publikum, ebenso wie das Fassbierkommission über den Verbrauch. Ein weiterer Höhepunkt war die Einrichtung der Sendung „Oktoberfest Minute“ auf Radio Amizade, in der die Verantwortlichen der Kommissionen über ihre jeweiligen Projekte und den Fortschritt ihrer Arbeit berichteten. Die Offenlegung strategischer Daten schuf eine breite Transparenz und damit Glaubwürdigkeit in der Gemeinschaft. „Dies waren Dinge, die einen großen Unterschied in der empirischen Konstruktion der strategischen Planung unseres Festes ausmachten.” In diesem Jahr fand auch ein Austausch mit dem Oktoberfest in Blumenau statt, da beide Feste das Ziel haben, die germanische Kultur zu erhalten. Das Oktoberfest in Igrejinha war bereits gut etabliert und hatte sogar mit einigen Problemen zu kämpfen, was zu einem wichtigen Ratschlag führte: Den Kontakt zur Gemeinde nicht zu verlieren. „Wenn es unser Oktoberfest gibt, dann nur, weil die Gemeinschaft, die heute liebevoll Volunteers genannt wird, das Fest macht und ihr Bestes gibt, um es zum Besten zu machen.” 6ª Oktoberfest, 1993 Arno Krupp

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