57 Cruzeiro, de 1970 a 1986 Coleção Santander Brasil CRUZEIRO (CR$) DE 1970 A 1986 Agora em equivalência “um para um” com o Cruzeiro Novo, a moeda volta a seu nome original. Aqui, chegaram a circular unidades produzidas em 1970, mas com data de 1967. Na primeira família (de 1970 a 1979), o anverso é a efígie da República com o dístico Brasil. Nas moedas de um, dois e cinco centavos, no reverso, vê-se o valor e a era. Naquelas de 10, 20 e 50 centavos e nas de um cruzeiro, o reverso também apresenta o valor e a era, mas cada uma tem uma representação distinta; respectivamente, a indústria siderúrgica, a indústria petrolífera, a indústria naval e a agricultura (por meio de um ramo de café estilizado). Em 1979, chega a segunda família de moedas, com algumas modificações. No reverso, todas recebem valor, data e microcaracteres: símbolo do Banco Central e zimbo, concha usada como moeda antes de o dinheiro ser de fato inventado. Os anversos recebem novos símbolos brasileiros, acompanhados do dístico Brasil. Nas moedas de um centavo, o feijão e a soja; nas de um cruzeiro, a cana-de-açúcar; nas de cinco cruzeiros, ramos de café; nas de 10 cruzeiros, o mapa do Brasil com o plano de integração rodoviária das regiões; nas de 20 cruzeiros, o risco original da Igreja de São Francisco de Assis em São João Del Rei (MG); e nas de 50 cruzeiros, o Plano-Piloto de Brasília (DF). CASTELO BRANCO Moeda comemorativa do 10º aniversário do Banco Central do Brasil, cunhada em 1975. O anverso apresenta a efígie do então presidente, Castelo Branco. No reverso, a figura simbólica do edifício-sede do Banco Central, em Brasília. Coleção Santander Brasil INDEPENDÊNCIA Em 1972 foram feitas moedas em ouro e prata para comemorar o Sesquicentenário da Independência do Brasil. No anverso, as efígies de D. Pedro I e do então presidente, Emílio Garrastazu Médici. No reverso, o mapa do Brasil. Coleção Santander Brasil
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