Palco Giratório 2025

079 Cria, 2018. ©Claudio Etges Durante minha estada no Sesc Paraíba, como Coordenador de Cultura de Campina Grande, percorri vários Estados, participan- do de diversos eventos artístico-culturais. Um desses eventos, à convite da Coordena- ção, foi o Festival Palco Giratório do Sesc Rio Grande do Sul. Um Festival grandioso que se tornou de fundamental importância para a produção artística do Estado e uma refe- rência para o país, por envolver, um pequeno recorte da pluralidade e a diversidade cultu- ral brasileira, além de propiciar um espaço de reflexão e de transgressão territorial, ab- sorvendo os diversos sotaques brasileiros. O Festival é um espaço ritualístico, místico, que mesmo sendo realizado, numa época em que os ventos sopram friamente, os par- ticipantes são aquecidos pelos abraços dos reencontros, casacos, sobretudos e os espe- táculos vibrantes que desfilam nos palcos porto-alegrense. Uma curiosidade que me chamou atenção, descobri, que mesmo não aparecendo na mídia, existe uma grande população negra no Rio Grande do Sul. Vida longa ao Festival Palco Giratório! Alvaro Fernandes Jornalista, dramaturgo, ator e diretor

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