Em 1992, aos 19 anos, Leo Felipe fundou o Bar Garagem Hermética, espelunca que se tornaria o reduto da contracultura porto-alegrense daquela década. Desde então, tem se dedicado a projetos nas áreas de música, jornalismo, televisão, rádio, literatura e artes visuais . Tem dois livros de ficção publicados, AUTO (2004) e O Vampiro (2006); produz as festas Pulp Friction e Antro; foi curador das exposições Objeto: Som (2011), Sobre Amanhã (2012), Roger Canal: Os Nau Caminhos (2013) e Chico Machado: Aparelhos que Fazem Zóing (2014), todas realizadas na Galeria Ecarta, em Porto Alegre. É mestre em Teoria, História e Crítica de Artes Visuais com a pesquisa “Rock My Art ou O novo esteticismo de Porquê Choras? ou O dia em que Edu K entrou para a história da arte”.

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