ra (“A milonga em Pequod de Vitor Ramil”), da professora de letras Renata Requião (“Satolep, um lugar-inventado: desenho, fotografia, literatura)”, pela mesa-redonda “A literatura de Vitor Ramil” com Luís Augusto Fischer, e a apresentação do pesquisa- dor Gilnei Oleiro Corrêa (“Os nervos nus de Vitor Ramil: 26 anos do show ‘Animais’”), uma audição comentada de suas gravações dos shows Animais e Midnicht Satolep , re- alizadas em 1989. Em decorrência dessa recepção no Rio Grande do Sul, a primeira edição do livro esgotou em dezembro de 2015. Da tiragem inicial de mil exemplares que entraram em circulação graças ao financiamento do Fumproarte, nenhum chegou a atingir as prate- leiras das livrarias de outros estados, sobretudo em capitais onde o artista tem público cativo (a exemplo do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Belém do Pará). Em face de uma demanda que desde então não cessou por parte de leitores e livreiros, submetemos um projeto para a reimpressão do livro, o qual recebeu aprovação pelo Conselho de Cultura da cidade de Pelotas em 2016, no âmbito do Programa Municipal de Incentivo à Cultura – Procultura. ... A segunda edição deste livro não altera a primeira. O ensaio segue tendo como fio-condutor a tentativa de compreender o percurso de criação do artista entre seu pri- meiro disco ( Estrela, estrela , 1981) e o sétimo ( Longes , 2004), sendo que os textos do “Apêndice” servem como ilustração, especificação ou exploração do que foi abordado nos capítulos anteriores. Não cabe aqui, portanto, a tarefa de refletir sobre as obras que Vitor Ramil produziu posteriormente, a saber, o romance Satolep (São Paulo: Co-

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