25 24 sac Naify, 2004); os discos Satolep Sambatown (2007), Délibáb (2010) e Foi no mês que vem (2013); o Songbook Vitor Ramil (Caxias do Sul: Belas Letras, 2013); a ficção A primavera da pontuação (São Paulo: Cosac Naify, 2014); a versão bilíngue português -islandês do ensaio A estética do frio: conferência de Genebra (Reykjavík: Sagarana editora forlag, 2015); e sua mais recente criação: Campos Neutrais (2017). Limitamo- nos, por conseguinte, a polir algumas frases e corrigir determinadas palavras, sobretudo a partir das sugestões que recebemos dos leitores. Neste momento de crise político-econômica em que diversas instituições no Rio Grande do Sul foram injustamente extintas ou estão ameaçadas de extinção, gostarí- amos de registrar que na pesquisa para elaboração deste livro foram fundamentais os acervos: da Biblioteca Armando Albuquerque, vinculada à Discoteca Pública Natho Henn da Casa de Cultura Mario Quintana; da Biblioteca Pública Municipal Josué Gui- marães, sediada no Centro Municipal de Cultura Lupicínio Rodrigues; da Biblioteca do Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo; da Biblioteca da Secretaria Municipal de Educação (SMED), em Porto Alegre; da Biblioteca Pública do Estado do Rio Grande do Sul, entre outras. Cabe por fim dizer que, dentre os ajustes desta segunda edição, acrescentamos na bibliografia a versão em espanhol da obra Pequod , cujo exemplar descobrimos recentemente por intermédio de Isabella Mozzillo, bem como o texto de Gilnei Oleiro Correa sobre Pequod , publicado em 2005. Agradecemos, em particular, a Guilherme Michels e Mauro Del Pino pelas dicas de revisão, bem como à equipe do Procultura pelo apoio recebido ao longo da reedição deste livro. Luís Rubira Primavera de 2017
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