A #1 tem como eixo temático CAR- TOGRAFIAS URBANAS . De caráter menos geográfico e mais de per- tencimento, a publicação revela re- lações de procura e encontro como no artigo Cultura como inovação e as artitudes de mudança {04} , do psicólogo e artista social Daniel Caminha , do coletivo Nômade, que trata de ocupação da cidade e o conceito de transvenção. Flávio Wild , em Nossa cidade nunca se deixa {10} , faz um percurso de me- mória afetiva e presença da cidade que “nunca se deixa”, da cidade a que pertencemos e reconhecemos em cada lugar do mundo. O jorna- lista e galerista Lucas PEXÃO trata do conceito de skate como perfor- mance e arte, comenta a ocupa- ção de lugar no espaço urbano em Sobre a intervenção urbana pós- -coreografada da performance do skate {16} . A artista plástica Marina Camargo em Os lugares eas coisas (ou notas sobre o esquecimento) {20} reflete sobre cidades que apre- sentam paradoxos de como manter a conservação para apagar o pas- sado. Sob a ótica da economia da cultura, o economista e professor Leandro Valiati percorre a Praça da Alfândega e os prédios públicos para falar da cidade e do valor sim- bólico no texto Economia e Cultura: o valor como lugar praticado {26} . Gabriela Silva navega pela cidade fazendo um apanhado de produção das cenas culturais em seu artigo Em Petit Poa, 2011 {34} . O arquiteto e diretor do Iphae, Eduardo Hahn , questiona a relação que temos com o espaço público, experiência de outras cidades e propõe interven- ção nos paredões de prédios que fa- zem limite com a Biblioteca Pública no artigo O homem e a cidade {38} . Em O espaço público é também local de reflexão {42} , lembro que para ler o ambiente é preciso deci- frá-lo no mundo codificado. Vitor Mesquita CULTURA VISUAL URBANA E CONTEMPORANEIDADE CARTOGRAFIAS URBANAS 1 “Todos os direitos reservados são públicos”, Revista Urbânia , nº. 3, Editora Pressa. São Paulo, 2008. (ISSN 1982-856X). 2 FLUSSER, Vilém. O mundo codificado. Linha e superfície. CosacNaify. São Paulo, 2007. 3 FUMPROARTE. O Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural de Porto Alegre (Fumproarte) tem por objetivo estimular a produção artístico-cultural da cidade, através de financiamento direto, a fundo perdido, de até 80% do custo total dos projetos de produção (decreto 10.867/93) ou sem limite previsto dos projetos de criação, formação, estudo ou pesquisa (decreto 16.009/08). A distribuição dos recursos é definida mediante concurso público, realizado pela Secretaria Municipal da Cultura. produção e execução Curador editorial Vitor Mesquita Editora-executiva Clarissa Eidelwein Editora de arte Rose Tesche Produtora executiva Andrea Costa Produtor gráfico JOÃO PEDRO QUADROS Revisora Grace Prado Ilustrador FABRIANO ROCHA Editora de fotografia Kátia Costa Artista têxtil Sarah Louise Tiragem 1000 exemplares apoio e impressão financiamento apoio cultural

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