educaSesc#4

15 EDUCA SESC 2020 Quando alguém diz que não é possível realizar alguma experiência diferente em sala de aula, no Sesquinho prova-se que é possível sim e que podemos levar muito mais que folhas A4 para realizar experiências com as crianças (Stéphanie Regina Castilhos). Além de poder observar, conversar e aprender com a equipe do Sesquinho Santo Ângelo, também foi possível em algumas pesquisas de campo interagir e aprender com os protagonistas da escola: as crianças. Acompanhar o cotidiano da escola sendo vivido, as propostas de acolhimento sendo desenvolvidas e as crianças fazendo a jornada educativa acontecer, possibilita fortalecer todas as reflexões teóricas desenvolvidas dentro da Universidade. Além disso, poder tocar, cheirar, explorar, manipular e conhecer a infinidade de materiais e recursos disponíveis para o trabalho pedagógico (para além da folha A4 e do E.V.A) forammarcas muito presentes nas visitas realizadas; por isso enquanto Universidade e adultos, também fomos acolhidas pela escola. Acolhimento que aconteceu no preparo do lanche para nos receber, nas mensagens de boas-vindas, no diálogo, na possibilidade de interação com crianças e professoras, no mergulho de uma jornada de turno integral, enfim, na interação entre formação inicial e continuada. A imagem 4 exemplifica um dos momentos de acolhida organizados pela escola, a fim de que as acadêmicas pudessem interagir e explorar espaços e materiais: A acadêmica Jéssica Aparecida Lima Zanotto, faz uma reflexão importante sobre o papel docente a partir da pesquisa de campo desenvolvida na escola: (...) refletir cotidianamente sobre nossas ações é o mais importante processo na missão de ser docente, é preciso amor, coragem e dedicação para fazer do trabalho com as infâncias, este tão valiosos de conexões, acolhimento e experiências, um território de respeito, de caráter humanitário e que faça sentido a cada criança e seus plurais (Jéssica Aparecida Lima Zanotto). Como a acadêmica pontua, ser docente da (s) infância (s) exige estar em constante reflexão sobre suas práticas, repensando o acolhimento, repensando os espaços, os materiais e os tempos, a Imagem 2 e 3: Espaços para construções, criações e brincadeiras das salas do Sesquinho Santo Ângelo/RS Fonte: Arquivo pessoal da autora Flávia Burdzinski de Souza. Imagem 4: Acadêmicas explorando um dos espaços para criação e pintura em uma sala da Escola Sesquinho Santo Ângelo/RS Fonte: Arquivo pessoal da autora Flávia Burdzinski de Souza.

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